domingo, 26 de agosto de 2012

Viagem a Nova Iorque (NY) - Dicas aos turistas

(Atualizado em 17/08/2014)


Conhecer a cidade foi a realização de um sonho. Por mais que os principais pontos turísticos como a Times Square e o Rockfeller Center sejam bastante conhecidos, ao vivo eles se tornam ainda mais suntuosos e incríveis. São as maravilhas do mundo moderno reunidos em uma cidade, a capital do mundo, New York.

Foram dias corridos, que não nos permitiram conhecer nem mesmo metade de tudo que a cidade abriga. E o período que estivemos lá foi bastante propício: a restaurant week nos permitiu conhecer os restaurantes mais famosos e sofisticados da cidade à preços acessíveis (como os maravilhosos Le Cirque e Cipriani) e as promoções de inverno da tks na Times Square tinham ofertas de ingressos com bastante desconto para a Broadway.

Abaixo seguem algumas dicas de passeios, refeições e compras bastante úteis para os turistas de primeira viagem na Big Apple:

1. Transporte

Há duas portas de entrada principais: o aeroporto de La Guardia (mais próximo do centro da cidade) e o JFK (mais distante, por volta de 1h de Manhatan). Recomendo assim que chegar que compre o Metrocard por 1 semana (por volta de U$14) ou 1 mês (por volta de U$32) em um caixa eletrônico no próprio aeroporto. Vale muito a pena pois praticamente em todos os quarteirões de Manhattan tem uma estação de metrô. O metrô te deixa em qualquer lugar a qualquer hora. E não tem como se perder, pois em todos os cantos há mapas e há muitos guardas em todas as estações que te orientam como chegar nos lugares.

Ônibus saindo do aeroporto de La Guardia.
Se estiver com um pouco mais de money pode usar o táxi pois é muito barato. As viagens não demoram e mesmo com a gorjeta o valor fica  muito baixo para quem está acostumado com os preços do táxi do Rio de Janeiro. Mas você pode economizar no metrô e usar o dinheiro do táxi pra comprar mais roupas e muito chocolate. Fica a seu critério de prioridades.

Saída do metrô na Times Square
Viajei sozinho e comprei o Metrocard assim que cheguei ao aeroporto de La Guardia. Ao invés de optar pelo táxi, preferi ter a experiência completa e explorar a cidade através dos transportes públicos. Já tinha referências de amigos de que eles são seguros e bastante auto-explicativos. Peguei um ônibus no aeroporto e desci na estação de metrô mais próxima. De lá peguei o metrô que me deixou exatamente no meio da Times Square, onde fiquei hospedado.

Da segunda vez cheguei pelo JFK. No próprio aeroporto é possível comprar o metrocard e pegar a linha de metrô que circula no aeroporto e faz integração com todas as estações da cidade. Se não chegar com muita bagagem a viagem é tranquila, até de madrugada.

Outra dica: nunca esqueça de dar gorjetas aos taxistas. No mínimo 20% do valor da corrida. É extremamente indelicado não dar gorjetas. Eles nunca imbutem no preço: restaurantes, charretes, funcionários do hotel, etc.

2. Telefone

Vista Sul da Times square
Telefonemas para o Brasil só em telefones públicos ou pela internet (Skype, Facebook, Tweetcam, etc.). Se você usar o celular vai pagar uma fortuna de impostos, independente da operadora. Qaundo viajei fiz um pacote da Vivo no qual pagaria R$75,00 para receber até 50 minutos de ligação e pagaria R$3,50 por minuto para fazer ligação. Achei o pacote bem interessante, já que para me comunicar iria usar a internet e só receberia ligações. Porém, no fim do mês tive a surpresa de descobrir que cada minuto de ligação feita ou recebida é tarifado também pela AT&T, e tive que pagar mais de 5 vezes esse valor.

Atualmente o valor do pacote da VIVO é de R$99,00. Na segunda vez que viajei tive vários problemas de sinal na cidade e o atendimento VIVO gratuito internacional foi péssimo. Certifique-se antes de viajar que tudo está de acordo e que você terá como contacta-los em caso de emergência.

No caso de internet, nem sonhe em usar o 3G, pois é caríssimo. Aproveite o wi-fi gratuito que há por todos os cantos da cidade.

3. Dólares e Cents

Leve bastante dólar. Deixe para usar o cartão de crédito em caso de emergência, pois você irá pagar por volta de 20% sobre o valor gasto em imposto. E se a compra for parcelada, você ainda ficará vulnerável ao câmbio, o que pode ser bom ou ruim pois o dólar pode subir ou cair, e você pode acabar pagando mais ou menos que o esperado na fatura.

Outra curiosidade é que os cents irão ploriferar em seu bolso. Isso porque os americanos odeiam receber moedas e sempre te dão o troco exato, com várias moedas. A dica é no fim da viagem, juntar todas aquelas moedas que deixaram seus bolsos pesados, ir à Duane Reades e comprar muitos chocolates baratinhos, que até no Duty Free custam uma pequena fortuna, como Reese's Pieces, Milk Duds, Whoppers, etc.

4. Compras

- Outlets


Entrada do Jersey Garden - New Jersey
É claro que quando se trata de viajar para os EUA, logo pensamos em visitar alguns outlets para conseguir algumas barganhas. Recomendo o Jersey Garden, pois é em Nova Jersey, pertinho de Manhattam. O acesso é fácil: o ônibus 111, da NJ Transit, que sai do Port Authoriry a cada meia hora, te deixa em frente ao shopping. A rodoviária fica bem no coração da cidade, há dois quarteirões da Times Square, em frente ao prédio do The New York Times. Durante a semana a viagem é bastante rápida (cerca de 15 minutos).

O Jersey Garden é imenso, e abriga a vantagem de que os imostos são os mais baixos de New York. Explore bastante as lojas, e não se deixe enganar pelo valor das etiquetas, pois o valor final do produtos é sempre menor. Além disso, turistas podem ir até o balcão de informação e conseguir mais 10% de desconto em todas as lojas.

Mas se você for viajar priorizando as compras e tiver tempo sobrando, vá em Woodburry, que é mais longe, porém ainda mais gigantesco. Decidi conhecê-lo apenas na segunda vez que viajei. São entre uma hora e meia e duas horas de viagem com tempo bom (se houver neve, pode demorar mais pois as pistas ficam escorregadias e os motoristas dirigem mais devagar), mas o trabalho compensa pois há muitas lojas sofisticadas com preços baixíssimos. É como um pequeno vilarejo só com lojas. E o melhor é que as lojas além de terem descontos absurdos (como a Calvin Klein com no mínimo 50% de desconto) há descontos acumulativos no Premium Outlets. Basta se cadastrar e você poderá retirar lá na recepção um book com cupons de desconto.

Porém, o Jersey Garden é muito barato também e não deixa a desejar. Então, se não quiser perder tempo na estrada e nem se cansar andando muito, não se dê ao trabalho e se jogue no JG (Tommy Hilfiger, Banana Republic, Armani Xchange e Calvin Klein, Nike, Timbaland, US Polo, etc.). Reserve um dia inteiro pra isso. Não é exagero.

- Compras dentro de Manhattan

Century 21 - 66th street
O Century 21 é um paraíso para os turistas pois é quase uma gigantesca loja de departamentos de luxo. Localizada em dois pontos estratégicos (uma localizada próximo ao Central Park e outra na Wall Street, em frente ao memorial do World Trade Center), o outlet possui acessórios, cosméticos, malas, calçados e muitas roupas das melhores marcas, todas com descontos absurdos de até 90%. Quem optar por explorar a loja da Wall Street encontrará mais variedades de produtos, porém a loja estará muito mais lotada e bagunçada. A loja mais ao sul, próxima ao Central Park, é muito mais organizada e com menos acúmulo de pessoas, apesar da variedade ser menor, gostei mais da qualidade dos produtos.

Se estiver pensando em guloseimas, vá na Duane Reade. É uma espécie de farmácia em formato de "Lojas Americanas", só que bem mais sofisticada. Compre lá MUITO, mas MUITO chocolate. Vai ser o lugar que você encontrará os chocolates mais gostosos mais baratos. Você encontrará a loja em todos os cantos de NY.

NBC Studious
As mulheres costumam pirar na Macy's e na Vistoria's Secret. Ficam uma em frente à outra (6th avenue). Bem ao lado delas você encontrará as maiores lojas da Best Buy e Game Stop, pontos perfeitos para jogos e eletrônicos (estas lojas estão espalhadas por toda a cidade, mas na 6th Avenue estão as maiores, com mais variedade de produtos). A Game Stop tem o diferencial de vender produtos refurbished,ou remanufaturados. São produtos que tinham algum defeito de fabricação e voltaram para a fábrica. Eles acabam sendo consertados, reembalados e vendidos por menos da metade do preço. O melhor de tudo: continuam na garantia, mesmo em outros países.

Mas uma das melhores lojas de New York, pela qual me apaionei perdidamente, é a B&H Photos. A loja cujos donos e vendedores são judeus recebe todos os clientes com total sinceridade e atenção. Fui à procura de uma câmera e o vendedor me deu uma aula dos recursos de cada uma, e acabei levando uma muito mais barata, porém com recursos tão bons quantos outras mais caras. Os vendedores realmente se importam que o cliente leve o melhor produto, mesmo que ele não seja o mais caro. Acabei optando por comprar eletrônicos lá e, comparativamente, a economia foi bem grande.

5. Hospedagem

Há muitas ofertas de hospedagem em agências de viagem online. Recomendo comprar em alguma promoção com eles e depois confirmar a reserva diretamente com o hotel. Os preços das hospedagens variam muito e, se o luxo não for sua prioridade, encontrará opções muito econômicas e boas. Procure ficar próximo à Times Square. É o coração da cidade, com fácil acesso para todos os pontos da ilha.

6. Musicais da Broadway

Palco de WICKED antes do início do espetáculo
Na Times Square, em certos períodos do ano (não sei exatamente quais) há uma bilheteria debaixo de escadas gigantescas onde você pode comprar ingressos promocionais para os shows da Broadway (tks). Fica exatamente no meio da Broadway, rua com os principais teatros de New York. Recomendo comprar ingressos no próprio dia dos shows, pois eles costumam dar até 60% de desconto para garantir que a casa ficará lotada.

Os musicais que mais recomendo são:

  • Hedwig and the Angry Inch: Musical do momento com Neil Patrick Harris. Bastante polêmico pela interepretação bem realista do artista. Além dos ingressos estarem esgotados para muitos meses a frente, há filas de pessoas que tentam ingressos para assistir de pé, desde as 7 da manhã na porta do teatro. Vale a pena comprar o ingresso com antecedência. Um dos melhores shows da Broadway.
  • Wicked: Premiadíssimo e com elenco fenomenal, o show que conta a história da origem da bruxa de OZ consegue superar todas as espectativas. Músicas excelentes, texto irônico e inteligente, atores extremamente talentosos e uma produção que não te deixa piscar de tão incrível. É um dos musicais mais vistos desde sua estréia e os ingressos dele não costumam sobrar, recomendo comprar com antecedência.  Quem assiste, se apaixona.
  • Rent: Vencedor de diversos prêmios, o musical está "off-Broadway". As músicas são muito boas e a carga dramática bastante emocionante. Trata de um tema ainda atual: preconceitos e luta pela igualdade social.
  • Mary Poppins: Resgate da mais tenra infância. A produção consegue dar vida e tornar real toda a magia da Disney. É o típico musical heartwarming. Belíssimo e encantador. Por estar em cartaz há muitos anos, os ingressos não são muito concorridos.
  • Palco de Mary Poppins no intervalo
  • Phantom of Opera: Os atores não estavam tão bons na produção que assisti, e por já conhecer toda a história de cabo a rabo, não me tocou muito. Mas, por favor, não dá para passar pela Broadway e não assistir à versão original do musical mais famoso do mundo. Ainda mais por que os ingressos são bem baratos e o teatro que o abriga, um dos mais bonitos da cidade.

Quando fui, estavam estreiando dois novos musicais, amplamente divulgados em toda a cidade: Ghost e Evita. Este ano Ghost ganhou diversos prêmios e Evita foi aclamado como um dos musicais mais fracos do ano. How To Succed In Business e The Book Of Mormon ainda fazem muito sucesso e são excelentes musicais.

Vale a pena visitar o site da Broadway e ver as reviews e os musicais atualmente em cartaz.

7. Comida

A gastronomia de New York é riquíssima. Não só porque a cidade tem alguns dos restaurantes mais famosos do mundo ou por ter originado redes de fast-food que hoje são referência, mas porque ela abriga pessoas de todas as culturas que trouxeram suas influências para a culinária americana. Japonesa, tailandesa, russa, brasileira, espanhola, mexicana, chinesa, italiana... o mix de todas essas culturas resulta em restaurantes com cardápios maravilhosos.

Magnólia Bakery
Dentre os com o preço mais salgado, destaco os restaurantes Le Cirque (contemporâneo) (mais pelo ambiente e sofisticação do que pela comida, é fato) e o maravilhoso Cipriani (italiano), em frente à entrada principal do Central Park. Por um preço um pouco mais acessível, há o Sardis (russo), próximo ao teatro Magestic e a Carmine (italiano), próximo da Times Square. Não tiveoportunidade de conhecer restaurantes asian fusian, mas os tailandeses que fui eram baratos e gostosinhos.

E não há como não mencionar os doces da Magnólia Bakery. Os cupcakes e as tortas são muito gostosos, mas nada supera a delícia do Banana Puding. O doce é basicamente o que todo pavê gostaria de ser. Não consegui identificar os ingredientes, mas a textura e o sabor eram absurdamente saborosos e vicientes. Um doce que nunca enjoa.

Le Cirque
Mas se sua intenção é junk food mesmo, a melhor opção de longe é o Five Guys, rede fast-food de New York que existe em poucos outros lugares dos EUA. O hamburguer é muito grande e delicioso, você pode optar por diversos molhos, um melhor que o outro, as bebidas são em refil e as batatas são  temperadas. Foram as melhores batatas-fritas que já comi na minha vida. E tudo por menos de U$10,00. Há outras redes famosas como a Wendy's, Apple Bees, Sbarro, McDonalds e o famoso Burguer King, com lanches extremamente baratos se comparados com os preços no Brasil, mas nenhum supera o Five Guys.

Uma lanchonete que está na moda atualmente é o Shake Shack, mas minha experiência lá foi bem ruim. Muito lotado, pessoas brigando por mesas, atendentes impacientes e ma demora absurda tanto na fila para fazer os pedidos quando para recebê-los. E o lanche nem era tão bom assim.

Uma opção muito boa também é ir em um tour gastronômico (Food Tour). Há várias opções em que um guia com um pequeno grupo deno máximo 8 pessoas passeia por uma tarde por diversos restaruantes, levando o grupo para degustação nos restaurantes mais premiados da cidade. Fiz no Greenwich e foi maravilhoso. Uma forma sencasional de conhecer a gastronomia local em locares pouco convencionais.

Existem milhares de opções gastronômicas na Little Italy, no Village e principalmente no Soho. Se tiver tempo, vale a pena ir explorar a região.

8. Gospel no Harlem

Mother Zion - Harlem
As igrejas em Manhatam são majoritariamente católicas, como a clássica St. Patrick's Cathedral, próxima ao Rockfeller Center. As missas são bonitas, mas nada que se compare aos cultos cheio de black em soul das igrejas protestantes. Para encontrar igrejas daquelas bem animadas com as negonas que tem aquele gogó é preciso ir para o Harlem. Recomendo a Mother Zion no domingo. O único incoveniente éque eles são bastante rigorosos e não é permitido sair antes do final do culto. Além disso, não é permitido nem filmar ou fotografar as cerimônias. Uma pena.

Subida para a Cidade Universitária
Acordei bem cedo no domingo e fui de metrô mesmo até uma estação que fica na entrada da Cidade Universitária de NY. Descobri que os cultos lá costumam começar às 10h am, então aproveitei as 3 horas livres para explorar o Harlem. Que cidade linda! Não só as igrejas, mas as Escolas e as Universidades são monumentais. Até mesmo as casinhas dos guetos, tão peculiares, formam uma arquitetura urbana belíssima. Até mesmo as áreas mais humildes são bem preservadas e limpas. Mas não recomendo o Harlem à noite, pois o clima fica bem como vemos em "Everybody Hates Chris".

A maioria das igrejas não são muito receptivas, muito menos calorosas. Fui entrando para fotografar algumas e parece que eles estão bem cansados de turistas. Tentei conversar com alguns pastores mas apenas na Mother Zion conheci pessoas bacanas.

9. Pontos turísticos

Resumindo em alguns tópicos os pontos que visitei e mais me marcaram:
Estátua da Liberdade
Central Park
Ferry Boat
Brooklyn Bridge


  • Ferry Boat: Recomendo que faça um passeio de barco ao redor da ilha. Custa uns $20,00 por pessoa e você irá passar em frente aos principais pontos turísticos como a Estátua da Liberdade e a Broklyn Bridge. Não vale a pena visitar a Staten Island para entrar na estátua. É caro, a fila é enorme e ela não é tão interessante assim. Passar em frente e tirar uma foto é o suficiente. Ver a ilha inteira do barco é muito mais emocionante.
  • Suba no Rockfeller Center, o"Top of The Rock". De lá, terão a vista de Nova York inteira. Todo o trajeto, desde a subida pelo elevador, a passagem pelos mini-museus e por fim os dois níveis de mirantes são emocionantes. E a entrada custa U$5 com desconto (na Times Square tem panfletos com descontos para TODOS os pontos turísticos e até para alguns restaurantes). Quando descer, aproveite para visitar a loja da Nitendo e da Lego.
  • A 5th avenue é uma atração à parte. Por mais que não vá desembolsar nada para comprar nas lojas mais caras de NY, as vitrines são verdadeiras obras de arte. E eu consegui achar algumas barganhas na loja da Tommy Hilfiger por exemplo.
  • O passeio de charrete pelo Central Park é mágico. Chegado lá, conhecemos o cavalo Jonjon e o Shioban, motorista da charrete, que nos guiaram por todo o parque. Seria interessante sair caminhando por todo o parque, mas ele é imenso, e tomaria ao menos dois dias inteiros. O passeio de charrete pode ser po todo o parque, ou ele pode te deixar em algum ponto para você sair à pé. Optamos por ir de charrete até a maior pista de patinação e depois caminhar até a saída em frente à Apple Store.
  • Os melhores museus são de longe o Museu de Historia Natual e o Metropolitan Museum. O MOMA é bacana, mas não me surpreendeu em nada, e o Guggenheim é definitivamente mais interessante por fora do que por dentro. Dica: não pague o ingresso cheio no museu de história natural. O ingresso custa por volta de U$25,00, mas se vc reparar em letras miúdas está escrito algo tipo "valor sugerido". Você pode dar até U$1,00 e entrar.
  • O Chinatown é uma espécie de camelódromo, com uma confusão típica da 25 de Março ou da Rua da Aufândega. Vale a pena apenas passar, ver como é, e sair correndo. Explore a noite no Greenwich Village (reduto dos melhores barzinhos e shows ao vivo) ou no Soho. A madrugada também é bem agitada da Times Square.
  • Indo para a Wallstreet, você pode conhecer o Financial District, o Memorial WTC e pegar ingressos na hora para o Ground zero.
  • Recomendo também um passeio ao pédio da ONU. É um passeio bem rápido e rico, e fica em frente da  Ford Foundantion, um ponto interessante para tirar boas fotos.
  • Apesar de ter programado, o frio de janeiro me impediu de conhecer o Jardim suspenso, antiga linha férrea (23rd/10th). Recomendei à amigos que foram no verão e eles se apaixonaram pela vista.

  • Vale muito a pena também conhecer o Hyde Planetarium (Central Park West/81). No local, há um museu da NASA super interessante. No planetário exibem um vídeo sobre as galáxias em uma tela gigantesca 360° que me deixou boquiaberto.
Dois sites que me orientaram bastante na viagem são: NYGO, o melhor site para você consultar, com dicas de restaurantes e mapas mostrando como chegar nos pontos turísticos, e o Nova Iorque para Mãos de Vaca, com as dicas mais baratas e mais legais para brasileiros.

Se tiverem dúvidas que eu possa ajudar, ou dar minha opinião, podem escrever nos comentários que respondo.

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Se você tem uma meta, não conte a ninguém!

Eu ouvi isso esses dias assistindo uma palestra do TED de Derek Sivers (presidente da CD Baby, uma loja online de CDs para músicos independentes) e percebi que eu tenho cometido muito esse erro.

Basicamente, você não deve dizer às pessoas os seus objetivos, porque:

  • Subconscientemente, anunciar uma meta faz com que seu cérebro pense que você já a completou, dando-lhe uma sensação de satisfação sem que tenha feito nenhum trabalho.
  • Conscientemente, você acha que já deu um passo em direção ao seu objetivo, e se permite procrastinar mais.
  • Te torna mais propenso a desistir mais cedo do que se você mantivesse suas metas guardadas só para você mesmo, porque ao declará-las, você já fez com que outros o visualizassem atingindo seu objetivo. Você terá sua imagem própria elevada sem nem ter posto a mão na massa. (1982 - Estudo de Peter Gollwitzer)
Achamos que nossos amigos se responsabilizarão em nos apoiar, mas eles têm suas próprias vidas e problemas para se preocupar.

Já notei também que no passado, quando eu disse a amigos que NÃO ia fazer algo que na verdade queria e deveria fazer (por preguiça ou desmotivação), eu me senti insatisfeito e envergonhado e acabava fazendo.

Não conte sua meta a ninguém até que alguém perceba. Uma vez que outras pessoas notem, ela não será mais um objetivo, e sim uma realização. 
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