quarta-feira, 16 de novembro de 2005

Filme: Colateral (crítica)

Vi no cinema "Bay Market" de Niterói. É um típico filme de suspense com muito sangue e mortes. Nada de novo. Mas isso não quer dizer que ele não seja interessante. Me diverti com o taxista azarado e torci pelo final romântico já esperado. 

Max (Jamie Foxx) trabalha como motorista de táxi há 12 anos, já tendo levado os mais diversos passageiros a todos os locais de Los Angeles. Porém, em uma noite aparentemente tranquila, ele encontra Vincent (Tom Cruise), um homem que pega o táxi como se fosse um passageiro qualquer. Porém Vincent é um assassino de aluguel que precisa realizar uma série de assassinatos na mesma noite. Da sinopse só posso adiantar esse início, senão acabarei estragando as surpresas que são a graça do filme.

Tom Cruise faz um vilão com estilo. E convence no papel de um assassino frio. O final surpreende e quebra a previsibilidade de todo o restante do filme. 

A grande reflexão do filme é a relação entre as pessoas de uma cidade grande. A superficialidade das relações e a falta de amizades nos dias atuais.
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